Rosário dos pastorinhos

1º Mistério – A Luz de Deus

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Ao Francisco, o que mais o impressionava ou absorvia era Deus, a Santíssima Trindade, nessa luz imensa que nos penetrava no mais íntimo da alma. Depois, dizia:

– Nós estávamos a arder, naquela luz que é Deus, e não nos queimávamos. Como é Deus!!! Não se pode dizer! Isto sim, que a gente nunca pode dizer! Mas que pena Ele estar tão triste! Se eu O pudesse consolar!…

 

O amor de Deus inundou o coração dos Pastorinhos e eles deixaram-se cair nesse abismo da Sua misericórdia e compaixão.

O mistério de Deus não precisa de ser explicado. É necessário vivê-lo pela comunhão de um coração, simples e humilde, que se deixa inundar pela graça de Deus, pelo fogo luminoso do Espírito Santo que nos faz seguir o exemplo de Cristo.

Pedimos por intercessão dos pastorinhos, candeias que Deus acendeu para alumiar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas, um coração novo onde Deus possa habitar e ser luz no caminho da nossa vida.

 

2º Mistério – A Oração

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Encontrou-nos um dia uma pobre mulher e, chorando, ajoelhou-se diante da Jacinta a pedir-lhe que lhe obtivesse de Nossa Senhora a cura duma terrível doença. A Jacinta, ao ver de joelhos, diante de si, uma mulher, afligiu-se e pegou-lhe nas mãos trémulas para a levantar. Mas vendo que não era capaz, ajoelhou também e rezou com a mulher três Ave-Marias; depois, pediu-lhe que se levantasse, que Nossa Senhora havia de curá-la. E não deixou mais de rezar todos os dias por ela, até que, passado algum tempo, [essa mulher] tornou a aparecer para agradecer a Nossa Senhora a sua cura.


A oração é relação que nos liga a Deus num diálogo interno e profundo pelo qual mergulhamos no Seu mistério e na Sua vida.

Na oração descobrimos a vontade de Deus e a sua misericórdia, e somos impelidos a progredir numa vida santa e justa.

Pedimos que o exemplo dos pastorinhos nos ajude a ter uma vida de profunda e intensa oração, para alcançarmos a união mística com o Senhor.

 

3º Mistério – O Sacrifício

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Brincávamos, um dia, sobre o poço do arneiro. A mãe da Jacinta tinha ali uma vinha pegada. Cortou alguns cachos e veio trazer-no-los, para que os comêssemos. Mas a Jacinta não esquecia nunca os seus pecadores.

– Não os comemos – dizia ela – e oferecemos este sacrifício pelos pecadores.

Depois, correu a levar as uvas às outras crianças que brincavam na rua. À volta, vinha radiante de alegria; tinha encontrado os nossos antigos pobrezinhos e tinha-lhas dado a eles.

 

Os pastorinhos em tudo encontravam ocasião para fazerem sacrifícios. Nesta época em que vivemos, de abundância e conforto, não faltam ocasiões para fazermos sacrifícios pela conversão dos pecadores e para descobrirmos a necessidade da partilha dos nossos bens.

Os sacrifícios que Jesus Cristo deseja são os que são permeados de misericórdia, de amor; aos olhos de Deus, o que dá valor a uma penitência é o amor que se põe nela.

Pedimos ao Senhor que, a exemplo dos Pastorinhos, partilhemos os nossos bens com os pobres para encontramos o verdadeiro valor da vida.

 

4º Mistério – A Consolação

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Por vezes o Francisco dizia:

– Nossa Senhora disse que íamos ter muito que sofrer! Não me importo; sofro tudo quanto Ela quiser! O que eu quero é ir para o Céu.

Um dia que eu me mostrava descontente com a perseguição que dentro e fora da família se começava a levantar, ele procurou animar-me, dizendo:

– Deixa lá. Não disse Nossa Senhora que íamos ter muito que sofrer, para reparar a Nosso Senhor e o Seu Imaculado Coração, de tantos pecados com que são ofendidos? Eles estão tão tristes! Se com estes sofrimentos os pudermos consolar, já ficamos contentes.

 

Porque Deus nos ama fomos salvos pela morte e ressurreição de Cristo. A ingratidão dos homens entristece a Deus porque torna o Seu amor inactivo.

Os pastorinhos ensinaram-nos a reparar a nossa ingratidão e a consolar Deus através da generosidade livre com que se assume a complexidade da vida de cada dia.

Pedimos ao Senhor que o exemplo dos pastorinhos nos ajude a aceitar as dificuldades da vida como caminho de comunhão com Deus, salvador da humanidade.

 

5º Mistério – A Reparação

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Outro dia, ao chegar, encontrei o Francisco muito contente.

– Estás melhor?

– Não. Sinto-me muito pior. Já me falta pouco para ir para o Céu. Lá vou consolar muito a Nosso Senhor e a Nossa Senhora. A Jacinta vai pedir muito pelos pecadores, pelo Santo Padre e por ti; e tu ficas cá, porque Nossa Senhora o quer. Olha: faz tudo o que Ela te disser.

Enquanto a Jacinta parecia preocupada com o único pensamento de converter pecadores e livrar almas do inferno, ele parecia só pensar em consolar a Nosso Senhor e a Nossa Senhora que lhe tinha parecido estarem tão tristes.

 

Duas crianças foram capazes de viver uma vida de total entrega a Deus, oferecendo-se para que todas as pessoas pudessem descobrir Deus e o Seu amor por nós.

Uma vida simples mas cheia de sentido, mergulhados no amor de Deus pela humanidade e conduzindo os homens a Deus.

Que o exemplo da vida dos Beatos Francisco e Jacinta Marto nos anime a uma busca constante da comunhão entre nós e Deus.

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Manifesto: ‘Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia’

Vivemos dias dificeis. Todos o sabemos. Mas isso não serve nem chega. Se a  resignação é inútil,  a indignação sem objectivo não é um valor em si. É tempo de fazer. É tempo de escolher como fazer.

Fazer o diagnóstico das nossas fraquezas é fácil e não é mais do que reiterar o óbvio ululante. Dar uma esperança real é o mais dificil: perante o preocupante enfraquecer das estruturas democráticas; a visível delapidação dos valores morais na política; o estado caótico da nossa justiça e a sua aparente dependência das mais diversas forças de influência; e finalmente (e provavelmente o mais importante) uma ameaça de perda de soberania – os portugueses não têm razões para confiar no seu futuro.

Nós, cidadãos portugueses, com as mesmas preocupações com que todos vivemos, queremos dizer: há alternativa. Há soluções que contêm valores.  É isso que nos une. É isso que nos move. É isso que propomos.

Perante um regime em liberdade mas em que a verdadeira democracia está ausente, torna-se urgente uma chefia de Estado independente e supra-partidária. Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história. Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. Portugal precisa de uma Monarquia. Portugal precisa de um Rei.

Nós, democratas de sempre, apelamos a uma séria discussão em torno da nossa chefia de Estado. Apelamos a que exista uma mobilização da sociedade civil em torno do debate sobre o regime que, há uma centena de anos, foi imposto ao nosso povo pela lei das armas e precedido de um grave homicídio, que nunca foi julgado. Democratas de sempre, não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno.   A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade.

Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança – único e legítimo pretendente ao trono português – poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa. Pela história que representa e que nos une. Pela liberdade que garante a ausência total de facturas a qualquer eleitorado ou clientela.

Nós, mulheres e homens livres, empenhados cidadãos portugueses, das mais diversas tendências políticas e partidárias, com os mais diversos credos religiosos, decidimos dar mais este passo para que esta esperança se realize. Acreditar que temos uma agenda ideológica seria negar a independência que nos junta em torno de uma chefia de Estado. Que  nos une pela diversidade e não pela opinião política. A política é uma coisa, o Rei é outra. Esta é a questão.

Portugal só poderá ser universal se as instituições mantiverem a credibilidade histórica.

Nós, monárquicos, portugueses e  democratas de sempre não desistimos de Portugal.

Assinam:

Gonçalo Ribeiro TellesAbel Silva Mota (advogado)

Aline Gallasch-Hall (docente universitária)

Ana Firmo Ferreira (publicitária)

António Pinto Coelho (empresário)

Filipe Ribeiro de Meneses (historiador)

João Gomes de Almeida (publicitário)

Ivan Roque Duarte (jurista)

Luís Coimbra (engenheiro)

Maria João Quintans (paleógrafa)

Miguel Esteves Cardoso (escritor e cronista)

Nuno Miguel Guedes (jornalista)

Paulo Tavares Cadete (gestor)

Pedro Ayres Magalhães (músico)

Pedro Ferreira da Costa (publicitário)

Pedro Policarpo (economista)

Pedro Quartin Graça (professor universitário)

Ricardo Gomes da Silva (empresário)

Francisco Pereira (padre)

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Bíblia no iPad

Desde o início o iPhone e iPad apresentaram abundantes aplicações para ler a Bíblia, primeiro, no iPhone e no iPad. Mas eram versões em Inglês e o único texto português que podíamos encontrar em raras aplicações era a tradução de João Ferreira de Almeida, realizada nos finais do século XVII, na resão corrigida do Séc. XIX.

Mas agora já é possivel ter o texto numa tradução moderna.

A Sociedade Bíblica publicou recentemente uma tradução inteconfessional em linguagem corrente “A Bíblia para todos“, que a partir do dia 5 de Dezembro foi também disponibilizada para os iPhones e iPads, quer em versão de texto quer em versão de audio.

Recentemente a tradução dos Capuchinos começou a estar disponibilizada nestas plataformas móveis. Nesta altura está já disponível o texto do Novo Testamento, a partir da aplicação PocketSword, escolhendo depois o botão Transferências; Módulo CrossWire 1; Textos Bíblicos; Português; PorCapNT (é o texto no Novo Testamento).

Há também uma série de Livros de Banda desenhada chamada “A bíblia das crianças“, com várias traduções, uma delas em português. Tem alguns livros gratis.

Para este Natal são boas surpresas.

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Pastorinhos

Recentemente, enquanto falava aos doentes que participavam no retiro no Santuario de Fátima reparei num pormenor interessante sobre a ligação dos Pastorinhos à mensagem de Fátima: cada um deles assumir de forma muito particular um dos 3 aspectos fundamentais da Mensagem.

Podemos centrar a Mensagem de Fátima na jaculatória que Nossa Senhora lhes ensinou na aparição de Julho: Ó meu Jesus é por vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria. Podemos pois centrar a mensagem à volta do amor a Jesus na Eucaristia, da conversão dos pecadores e o Imaculado Coração de Maria.

Cada um dos três pastorinhos assumindo todas estas dimensões acabou opor viver de uma forma mais especial um dos aspectos como segue.

O Francisco viveu mais centrado na consolação a Jesus na Eucaristia, atingindo uma profundidade mística de comunhão com Deus típica dos grandes místicos da história da Igreja.

A Jacinta preocupava-se sobretudo com os pecadores e com os que sofriam, dedicando todas as suas energias à conversão dos pecadores e solidariedade pelos mais pobres.

A Lucia viveu toda a sua vida entregue ao Imaculado Coração de Maria, seu refúgio e caminho para Deus, e à devoção reparadora dos cinco primeiros sábados.

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Nossa Senhora das Dores

Hoje celebramos a memória de Nossa Senhora das Dores.

É a única memória litúrgica que mantém a sequência, que é um hino que se canta na missa antes do Evangelho. As restantes três sequências são: da Páscoa, do Pentecostes e do Corpo de Deus.

Esta sequência é mais conhecida pelo seu nome latino “Stabat mater” musicado por muitos músicos da época clássica, sobretudo Palestrina e Pergolesi.

A letra da sequência em português é a seguinte:

Estava a Mãe dolorosa, / Junto da cruz lacrimosa, / Enquanto Jesus sofria.
Uma longa e fria espada, / Nessa hora atribulada, / O seu coração feria.
Oh quão triste e tão aflita / Padecia a Mãe bendita, / Entre blasfémias e pragas,
Ao olhar o Filho amado, / De pés e braços pregado, / Sangrando das Cinco Chagas!
Quem é que não choraria, / Ao ver a Virgem Maria, / Rasgada em seu coração,
Sem poder em tal momento, / Conter as fúrias do vento / E os ódios da multidão!
Firme e heróica no seu posto, / Viu Jesus pendendo o rosto, / Soltar o alento final.
Ó Cristo, por vossa Mãe, / Que é nossa Mãe também, / Dai-nos a palma imortal.
Maria, fonte de amor, / Fazei que na vossa dor / Convosco eu chore também.
Fazei que o meu coração / Seja todo gratidão / A Cristo de quem sois Mãe.
Do vosso olhar vem a luz / Que me leva a ver Jesus / Na sua imensa agonia.
Convosco, ó Virgem, partilho / Das penas do vosso Filho, / Em quem minha alma confia.
Mãos postas, à vossa beira, / Saiba eu, a vida inteira, / Guiar por Vós os meus passos.
E quando a noite vier, / Eu me sinta adormecer / No calor dos vossos braços.
Virgem das Virgens, Rainha, / Mãe de Deus, Senhora minha, / Chorar convosco é rezar.
Cada lágrima chorada / Lembra uma estrela tombada / Do fundo do vosso olhar.
No Calvário, entre martírios, / Fostes o Lírio dos lírios, / Todo orvalhado de pranto.
Sobre o ódio que O matava, / Fostes o amor que adorava / O Filho três vezes santo.
A cruz do Senhor me guarde, / De manhã até à tarde, / A minha alma contrita.
E quando a morte chegar, / Que eu possa ir repousar / À sua sombra bendita.

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Cartão do cidadão

Ontem fui surpreendido, pela positiva, pela máquina burocrática do estado.

Na passada quinta-feira fui mandar fazer um novo Bilhete de identidade, porque o anterior tinha caducado. Ainda por cima tenho marcada uma viagem a Inglaterra para o fim do mês. Quando me perguntaram se queria normal ou com emergência, disse normal, porque das vezes anteriores demorava apenas três a estar pronto. Imaginem o meu pânico quando me disseram que dentro de 30 dias ia receber a carta para levantar o cartão do cidadão.

A maravilha foi que ontem recebi a carta para ir levantar o cartão. Assim já tenho o novo cartão do cidadão que em vez dos quase 30 dias esperados, demorou uma semana a estar pronto.

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Contrato ilustrador(a)

O Movimento da Mensagem de Fátima vai editar um livro com o texto de uma via-sacra destinada às crianças.

É necessário contratar os serviços de um(a) ilustrador(a) para fazer as ilustrações relativas a cada uma das 14 estações e a capa do livro.

Quem desejar fazer este trabalho deve enviar o seu port-folio, trabalhos realizados e outras informações relevantes para correio arroba padrechico ponto net.

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Juízes

Como é que alguém que tem a missão de administrar a Justiça pode ficar impune ao executar a mais descarada batota, como copiar num exame, e não ser imediatamente expulso, ou pelo menos chumbar, nesse curso.

É este o nível de exigência do pais a que nos habituaram seis anos de governo socrático.

Agora compreendo o teor de decisões fequentemente absurdas que saem das cabeças iluminadas dos nossos meritíssimos juízes.

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Que Igreja somos

Ates da Sua Ascenção Jesus deixou uma ultima recomendação aos Apóstolos: “Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura. Quem acreditar e for baptizado será salvo.” (Mc 16, 15-16)
Ultimamente parece que nos esquecemos que a nossa missão, como discípulos de Jesus Cristo, é anunciar o Evangelho a quem não acredita. Não podemos por isso refugiar-nos dentro das nossas muralhas para nos protegermos dos males do mundo e das suas perseguições. Não podemos regressar a um tradicionalismo litúrgico que afaste as pessoas de um encontro pessoal e real com Jesus.
O que mais me escandalizou aqui à tempos em que assisti a uma missa tridentina, e digo assisti porque não consegui encontrar forma de participar activamente, foi ver o padre, de costas para nós, inclinado sobre os dons do pão e do vinho a recitar a Oração Eucarística em silêncio.
É necessário abrir-mo-nos ao Mundo para lhes poder falar de Jesus, para lhes mostrar a Graça de Deus; foi isso que fizeram os Apóstolos depois do Pentecostes: eles não ficaram dentro do cenáculo a relembrar e viver a comunhão com Cristo, protegidos do mundo pelas paredes numa comunidade perfeita e perene.
O tema do próximo ano pastoral da Diocese de Leiria-Fátima é tornar os cristãos sinais de Cristo na sociedade, e não podemos fazê-lo se estivermos fechados dentro dumas muralhas como um “Álamo”. Temos de abir as portas para podermos sair ao encontro dos irmãos e para que eles possam entrar na Casa do Pai.

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Rádio Católica

Todos sabemos o peso que a Rádio Renascença tem na paisagem audiovisual portuguesa. É a rádio com mais audiência, que conta com 4 canais diferentes, cada uma com um público alvo bem definido e que se orgulha de apresentar o título de emisora católica portuguesa.

Ora aqui está o meu problema com a Rádio Renascença. Por aquilo que ouço na dita rádio não é uma rádio católica. Pode ser uma rádio de inspiração cristã, mas não é rádio católica, ou seja ao serviço da evangelização e testemunha de Jesus.

Um amigo perguntou-me se queria que a Renascença se transformasse numa Rádio Maria, a transmitir constantemente missas e terços, com audiências residuais e a dar prejuízos constantes. Não quero.

Por outro lado não são os 5 minutos da oração da manhã, o angelus ao meio-dia, o terço às 18:30, a pequena meditação antes da meia-noite e a missa aos domingos que completam a sua condição católica.

É triste para um católico ouvir da boca do director de programas da Renascença dizer que o primeiro objectivo é ter audiências e no meio da programação introduzir algo de católico, mas sempre de maneira que não afaste ou ouvintes.

E depois olhamos para a página online da Rádio Renascença e não vemos uma única referência a Jesus Cristo ou ao catolicismo ou à Igreja.

Faltam programas onde se debatam os temas da vida social numa perspectiva cristã, onde se entrevistem pessoas ligadas à Igreja que possam dar testemunho da sua fé, onde se possa fazer anúncio e apresentação de livros sobre a fé cristã, onde a cultura popular possa ser abordade de uma perspectiva dos valores sem ser apenas o estilo de promoção que se faz noutras rádios.

Que não se limitem a passar as playlists impostas pelas editoras de música, mas que se divulgue a música evangélica e evangelizadora.

Isto traz diminuição de receitas. É natural, mas se o Grupo RR tem quatro rádios: Rádio Renascença, RFM, Mega FM e Rádio Sim, podem manter os três últimos canais como estão e tornar a Rádio Renascença numa verdadeira Emisora Católica Portuguesa, que se distinga das outras rádios.

Eu não vejo diferença substancial neste aspecto entre a Rádio renascença e a Antena 1.

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Santiago Compostela

Esta é uma das mais belas cruzes consacratórias que encontrei.

Na Catedral de Santiago de Compostela as cruzes são ricamente ornamentadas e cada uma tem uma frase referente à consagração.

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Peregrinação a Espanha

Este ano os Funcionário do santuário de Fátima foram em pergrinação a Tui, Pontevedra (lugares onde viveu a Ir. Lúcia e onde Nossa Senhora lhe pediu para iniciar a devoção dos 5 primeiros sábados como reparação ao Omaculado Coração de maria), Santiago de Compostela e Covadonga.

Acompanhei o segundo grupo de foi de 4 a 7 de Abril de 2011.

Nesta galeria podem ver uma selecção das fotografias que que fiz.

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Confiança

Hoje a minha confiança na Apple foi restaurada um bocadinho.
Mas comecemos do início. Desde longa data, sou utilizador de equipamentos Apple, sempre com grande satisfação. Mas em Setembro começou o descalabro. Primeiro tive necessidade de substituir o carregador do meu MacBook Pro. O novo carregador trouxe um problema chato: para a bateria carregar era necessário retirá-lá e colocá-lá novamente no portátil. Nos fóruns de discussão da Apple outros se queixavam do mesmo problema. Levei o portátil e o carregador para a assitência, depois de analisado o problema disseram que a solução era trocar de bateria. Como o computador já tinha mais de dois anos lá acordei com o orçamento de mais de 150 euros. Então não é que quando recebi o computador e o liguei, pouco tempo depois tinha a informação de um update do sistema que corrigia o problema dos novos carregadores só carregarem a bateria depois de ter sido removida e colocada de novo no portátil.
Pouco tempo depois o meu iMac, com quase um ano, começa a desligar-se sozinho. Nova ida aos fóruns da Apple e encontro mais gente com o mesmo problema em modelos iguais ao meu. Assistência com ele, depois de um par de semanas o iMac regressou, mas continuava com o mesmo problema. Depois de 3 idas à assistência o problema ainda não está debelado, está agora de novo na assistência a ver se resolvem definitivamente o problema.
Há 3 semanas o meu iPhone desatou a crashar: quase uma vez por dia aparecia o sinal para ligar ao iTunes e restaurar o telemóvel. Sei que o iPhone já tem dois anos e meio, mas não tenho condições para trocar agora de telemóvel. Ainda por cima quando ele crashava, se o desligasse e tornasse a ligar e ficava a funcionar mas só com as aplicações nativas do iOS. Ontem na TBStore contei esta problema ao Pedro Aniceto acompanhado pelo Vasco Casquilho que me disse para restaurar o iPhone a partir de uma nova conta de utilizador, porque poderia ser alguma aplicação marada a provocar o problema.
Maravilha das maravilhas: decidi-me a restaurar de novo o iOS do iPhone mas sem instalar outras aplicações, somente as nativas do iOS, e não é que o raça do telemóvel agora está a funcionar sem problemas. Já não preciso de um telemóvel novo! Agora o problema é descobrir qual é a maldita aplicação que me fazia crashar o iPhone.
Obrigado Pedro e Vasco por restaurarem a minha confiança nos produtos da Apple.

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Fátima


Começou por aqui a primavera.
O Sol já brilha e aquece, os peregrinos aparecem em maior número.

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Prevenção da SIDA

ROMA, sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) – Um estudo realizado pela Universidade de Harvard deu razão à posição de Bento XVI sobre a SIDA, afirmando que um comportamento sexual responsável e a fidelidade ao próprio cônjuge foram fatores que determinaram uma drástica diminuição da SIDA no Zimbábue.

Daniel Halperin, do Departamento de Saúde Global da População da universidade norte-americana, desde 1998, estuda as dinâmicas sociais que causam a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis nos países em vias de desenvolvimento.

A tendência de dez anos é evidente: de 1997 a 2007, a taxa de infecção entre adultos diminuiu de 29% a 16%. Depois desta pesquisa, Halperin não hesita em afirmar: a repentina e clara diminuição da incidência de SIDA deve-se “à redução de comportamentos de risco, como sexo fora do casamento, casual e com prostitutas”.

O estudo, publicado em PloSMedicine.org, foi financiado pela Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional, da qual Halperin foi conselheiro, e pelo Fundo das Nações Unidas para a População e Desenvolvimento.

“Com este estudo, Halperin promove uma reflexão séria e honesta sobre as políticas até agora adotadas pelas principais agências de combate à AIDS nos países em desenvolvimento”, afirma o jornal L’Osservatore Romano, ao dar a notícia, em sua edição de 26 de fevereiro.

Segundo o estudo de Halperin, é necessário “ensinar a evitar a promiscuidade e promover a fidelidade”, apoiando iniciativas que visem a construir na sociedade afetada pela AIDS uma nova cultura.

Como disse Bento XVI, é necessário promover uma “humanização da sexualidade”.

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Evangelho do Domingo

Do Evangelho segundo S. Mateus:
Procurai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais vos será dado por acréscimo. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, porque o dia de ama nhã tratará das suas inquietações. A cada dia basta o seu cuidado

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Uprising – Muse

The paranoia is in bloom, the PR
The transmissions will resume
They’ll try to push drugs
Keep us all dumbed down and hope that
We will never see the truth around
(So come on!)

Another promise, another scene, another
A package not to keep us trapped in greed
With all the green belts wrapped around our minds
And endless red tape to keep the truth confined
(So come on!)

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

Interchanging mind control
Come let the revolution take its toll if you could
Flick the switch and open your third eye, you’d see that
We should never be afraid to die
(So come on!)

Rise up and take the power back, it’s time that
The fat cats had a heart attack, you know that
Their time is coming to an end
We have to unify and watch our flag ascend

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

Hey .. hey … hey .. hey!

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

Hey .. hey … hey .. hey!

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Da amizade

Do Livro de Ben-Sirá

“O amigo fiel é abrigo seguro: quem o encontrou descobriu um tesouro. O amigo fiel não tem preço: não se pode medir o seu valor. O amigo fiel é remédio da vida: os que temem o Senhor hão-de encontrá-lo. Quem teme o Senhor orienta bem a sua amizade, porque tal como ele é, assim é o seu amigo.”

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Precisamos de artistas

Quer queiramos quer não, a Europa assenta no alicerce da Cristandade. Sobretudo a nível artístico, as grandes referências europeias nascem da arte sacra: pintura e escultura, arquitectura, música, etc.

Com a revolução industrial houve uma mudança de paradigma alimentado pelo iluminismo e existencialismo com uma arte mais virada para o narcisismo pessoal do próprio autor, que assumiu expressões abstractas, expressionistas ou impressionistas, ao passo que a arte sacra é simbólica e representativa.

A diminuição do poder económico da Igreja, manifestado em Portugal, pela nacionalização dos bens da Igreja quer no tempo do Marquês de Pombal, quer nos primeiros anos da república, também impediram a continuação do mecenato por parte da Igreja.

A cultra portuguesa moderna e contemporânea é eminentemente anti-clerical, para não dizer anti-católica. Comparemos a forma como os autores portugueses e os franceses, ingleses ou americanos, do séc XIX e XX falam dos padres nas suas obras ou tratam temas religiosos: Chesterton inventa um padre detective, Tolkien e C.S. Lewis invetam novos mundos plasmados da história de Jesus e do Evangelho, Bernanos escreve o “Diário de um padre de Aldeia”.

Mas não é de literatura que eu hoje quero falar. É da pintura e escultura, e também do design.

Há necessidade de espalhar a Mensagem de Fátima como veículo de conversão das pessoas a Jesus. Como o Evangelho essa mensagem é intemporal e dirigida a todas as pessoas, mas a cultura e modo de encarar a vida é diferente hoje do que era em 1917. Hoje, sobretudo os jovens, vivem numa sociedade em rede, do facebook e do twitter, que privilegia o contacto pessoal. Para além disso a imagem tornou-se a principal referência da cultura geral, com uma forte acentuação em imagens icónicas e frases curtas (os 140 caracteres dos SMS e do Twitter).

As estruturas eclesiais e os pastores da Igreja estão longe desta cultura e influência. Quando nós, que somos padres ou temos responsabilidades pastorais olhamos para este desafio de anunciar a Palavra de Deus às novas gerações não sabemos como o fazer, mas também não conhecemos as pessoas que estão preparadas para o fazerem.

Podemos querer fazer uma banda desenhada sobre a vida dos Pastorinhos, mas não conhecemos autores e ilustradores que o possam fazer. Podemos querer fazer documentários para a televisão, sobre a história das aparições ou a Mensagem de Fátima, mas não conhecemos produtores e realizadores. Podemos querer fazer folhetos, sites, materiais de divulgação, mas não conhecemos designers que nos ajudem.

Nestes sete anos que nos separam do centenário podemos fazer muita coisa, mas temos dificuldade em encontrar as pessoas.

Convido os meus leitores a trazerem ideias, a fazerem propostas, a apresentarem os seus port-folios para podermos trabalhar em conjunto no desenvolvimento da cultura portuguesa, sobretudo através das artes.

Recordo os sites do santuário de Fátima http://www.fatima.pt e do centenário das Aparições http://www.fatima2017.org.

Na minha área do serviço pastoral, nomeadamento no que diz respeito ao Movimento da Mensagem de Fátima estamos a trabalhar num projecto da nossa presença autónoma na internet.

O desafio mais premente que tenho é criar material sobre a mensagem de fátima destinado especialmente aos jovens, para aproveitarmos este primeiro ano do centenário e a realização da Jornada Mundial da Juventude em Madrid em Agosto deste ano. Já sabemos que alguns milhares dos jovens que vão participar nesta jornada vão também passar pelo santuário de Fátima e queríamos ter algo preparado especialmente para eles.

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Rosário dos Pastorinhos

1º Mistério – A Luz de Deus

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Ao Francisco, o que mais o impressionava ou absorvia era Deus, a Santíssima Trindade, nessa luz imensa que nos penetrava no mais íntimo da alma. Depois, dizia:– Nós estávamos a arder, naquela luz que é Deus, e não nos queimávamos. Como é Deus!!! Não se pode dizer! Isto sim, que a gente nunca pode dizer! Mas que pena Ele estar tão triste! Se eu O pudesse consolar!…

O amor de Deus inundou o coração dos Pastorinhos e eles deixaram-se cair nesse abismo da Sua misericórdia e compaixão.O mistério de Deus não precisa de ser explicado, é necessário vivê-lo pela comunhão de um coração, simples e humilde, que se deixa inundar pela graça de Deus, pelo fogo luminoso do Espírito Santo que nos faz seguir o exemplo de Cristo.Pedimos por intercessão dos pastorinhos um coração novo onde Deus possa habitar.

 

2º Mistério – Oração

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Encontrou-nos um dia uma pobre mulher e, chorando, ajoelhou- -se diante da Jacinta a pedir-lhe que Ihe obtivesse de Nossa Senhora a cura duma terrível doença. A Jacinta, ao ver de joelhos, diante de si, uma mulher, afligiu-se e pegou-lhe nas mãos trémulas para a levantar. Mas vendo que não era capaz, ajoelhou também e rezou com a mulher três Ave-Marias; depois, pediu-lhe que se levantasse, que Nossa Senhora havia de curá-la. E não deixou mais de rezar todos os dias por ela, até que, passado algum tempo, tornou a aparecer para agradecer a Nossa Senhora a sua cura.

A oração é relação que nos liga a Deus num diálogo interno e profundo pelo qual mergulhamos no Seu mistério e na Sua vida.Na oração descobrimos a vontade de Deus e a sua misericórdia, e somos impelidos a progredir numa vida santa e justa.Pedimos nesta dezena que o exemplo dos pastorinhos nos ajude a ter uma vida de profunda e intensa oração.

3º Mistério – Sacrifício

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Brincávamos, um dia, sobre o poço do arneiro. A mãe da Jacinta tinha ali uma vinha pegada. Cortou alguns cachos e veio trazer-no-los, para que os comêssemos. Mas a Jacinta não esquecia nunca os seus pecadores.

– Não os comemos – dizia ela – e oferecemos este sacrifício pelos pecadores.

Depois, correu a levar as uvas às outras crianças que brincavam na rua. À volta, vinha radiante de alegria; tinha encontrado os nossos antigos pobrezinhos e tinha-lhas dado a eles.

Os pastorinhos em tudo encontravam ocasião para fazerem sacrifícios. Nesta época em que vivemos, de abundância e conforto, não faltam ocasiões para fazermos sacrifícios pela conversão dos pecadores e para descobrirmos a necessidade da partilha dos nossos bens.Pedimos ao Senhor que, a exemplo dos Pastorinhos, partilhemos os nossos bens com os pobres para encontramos o verdadeiro valor da vida.

4º Mistério -Consolação

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Por veze o Francisco dizia:

– Nossa Senhora disse que íamos a ter muito que sofrer! Não me importo; sofro tudo quanto Ela quiser! O que eu quero é ir para o Céu.

Um dia que eu me mostrava descontente com a perseguição que dentro e fora da família se começava a levantar, ele procurou animar-me, dizendo:

– Deixa lá. Não disse Nossa Senhora que íamos a ter muito que sofrer, para reparar a Nosso Senhor e o Seu Imaculado Coração, de tantos pecados com que são ofendidos? Eles estão tão tristes! Se com estes sofrimentos os pudermos consolar, já ficamos contentes.

Porque Deus nos ama fomos salvos, pela morte e ressurreição de Cristo. A ingratidão dos homens entristece a Deus porque torna o Seu amor inactivo. Os pastorinhos ensinaram-nos a reparar a nossa ingratidão e a consolar Deus através da generosidade livre com que se assume a  complexidade da vida de cada dia. Pedimos que o exemplo dos pastorinhos nos ajude a aceitar as dificuldades da vida como caminho de comunhão com Deus, salvador da humanidade.

5º Mistério – Reparação

Das Memórias da Irmã Lúcia:

Outro dia, ao chegar, encontrei o Francisco muito contente.

– Estás melhor?

– Não. Sinto-me muito pior. Já me falta pouco para ir para o Céu. Lá vou consolar muito a Nosso Senhor e a Nossa Senhora. A Jacinta vai a pedir muito por os pecadores, por o Santo Padre e por ti; e tu ficas cá, porque Nossa Senhora o quer. Olha: faz tudo o que Ela te disser.

Enquanto a Jacinta parecia preocupada com o único pensamento de converter pecadores e livrar almas do inferno, ele parecia só pensar em consolar a Nosso Senhor e a Nossa Senhora que Ihe tinha parecido estarem tão tristes.

Duas crianças foram capazes de viver uma vida de total entrega a Deus, oferecendo-se para que todas as pessoas pudessem descobrir Deus e o Seu amor por nós.Uma vida simples mas cheia de sentido, mergulhados no amor de Deus pela humanidade e conduzindo os homens a Deus.Que o exemplo da vida dos Beatos Francisco e Jacinta Marto nos anime a uma busca constante da comunhão entre nós e Deus.

Fátima, 19 de Fevereiro de 2011

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