Casamento

o Sr. Cardeal D. José Policarpo disse na tertúlia “125 minutos com Fátima Campos Ferreira” na Figuera da Foz alertou para o monte de sarilhos que traria a uma mulher portuguesa o facto de se casar com um muculmano.
Para os anti-católicos e relativistas de esquerda foi um escândalo.
Mas não deixa de ser verdadeiro: uma mulher que case com um muculmano é obrigada a converter-se ao muculmanismo, fica sujeita ao seu marido sem que haja alguma sujeição do marido à esposa, o filhos são propriedade do marido e ela nunca mais se pode separar dele.


Um pensamento em “Casamento

  1. “ela nunca mais se pode separar dele”

    Não há muitos anos era assim no casamento católico, em Portugal. Não era permitido o divórcio.
    Mas havia mais: ss mulheres não tinham direito de votar, não podiam sair do país sem autorização do marido, a estrofe “quem faz um filho, fá-lo por gosto” foi um escândalo. E muito mais…

    Isso era o retrato do Portugal antes da Revolução dos Cravos. A religião era a católica apostólica romana, e o regime… bom, o “mentor” parece ser hoje recordado com saudade…

    Não acredito que nenhuma mulher, actualmente, case de ‘olhos fechados’ com um muçulmano, ou uma muçulmana case com um ‘infiel’. Por isso, aquelas palavras foram, em minha opinião, desnecessárias e desagradáveis.

    E não, não me ‘encaixo’ nas categorias ‘anti-católicos e relativistas de esquerda’

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