Bento XVI em África

Quando é que as pessoas percebem que a única verdadeira solução para a SIDA é a abstinência e a fidelidade no matrimónio?

Que aqueles que defendem o preservativo como solução para a SIDA não estão a pensar nos casais que vivem uma relação estável e fiel e no qual um deles é portador desse vírus, mas estão a pensar naquelas pessoas que têm um estilo de vida promíscuo, com vários parceiros ou parceiras, que não querem nenhuma limitação à sua libido, aos seus apetites carnais, que querem ter relações sexuais sem afecto, a torto e a direito, sem culpa nem responsabilidades.

Será que estas pessoas, que condenam os cristãos por defenderem critérios fundamentais para a vida humana, dão a plena liberdade aos seus filhos para fazerem o que querem, para se deitarem às horas que querem, para irem à escola quando querem, para comerem o que querem?

O que é que uma pessoas que está habituado a ter relações sexuais quando quer e lhe apetece, que tem gente a entregar-lhe preservativos para que haja irresponsavelmente, faz quando não tem preservativo á mão?

Abstém-se? Mas esta é a proposta que a Igreja faz!

Ainda não percebem?

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