Sagrada Família

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«Cumpridas todas as prescrições da Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré. Entretanto, o Menino crescia, tornava-Se robusto e enchia-Se de sabedoria. E a graça de Deus estava com Ele.» (Lc 2, 39-40)

Hoje queria lembrar todas as famílias que lutam para crescer juntas, com os conflitos de gerações existentes entre pais e filhos, com os problemas da fidelidade a um matrimónio que aparece como mais um produto para consumir, com data limite.

No tempo de Natal, ainda influenciados pela onda de Paz e Amor que nos cobre todos os anos, pensemos na nossa família, pensemos nesta família de Nazaré: dois jovens a quem é dado um filho, que não pensavam ter mas que acolhem com alegria e tudo fazem para que seja feliz e cresça como qualquer rapaz do seu tempo.

Como pais conscientes fizeram o que estavam prescrito na Lei: a apresentação no templo do primogénito. Aí lhes começa a ser revelado o destino que este menino teria. Por isso o Evangelho diz que o pai e a mãe do menino estavam admirados com o que Simeão lhes dizia. Mas o velho não se ficou por uma previsão, sabendo a que o menino estava destinado abençoou os seus pais para que correspondessem da melhor forma áquilo que deles era esperado: que cuidassem do filho durante o seu crescimento até chegar a hora de cumprir a sua tarefa.

Todos os pais têm a tarefa de educar e cuidar dos seus filhos, é uma promessa que fazem na altura do casamento, e não podem delegar essa tarefa apenas nos outros: professores, catequistas, educadores, etc.

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