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Cartão do cidadão

Ontem fui surpreendido, pela positiva, pela máquina burocrática do estado.

Na passada quinta-feira fui mandar fazer um novo Bilhete de identidade, porque o anterior tinha caducado. Ainda por cima tenho marcada uma viagem a Inglaterra para o fim do mês. Quando me perguntaram se queria normal ou com emergência, disse normal, porque das vezes anteriores demorava apenas três a estar pronto. Imaginem o meu pânico quando me disseram que dentro de 30 dias ia receber a carta para levantar o cartão do cidadão.

A maravilha foi que ontem recebi a carta para ir levantar o cartão. Assim já tenho o novo cartão do cidadão que em vez dos quase 30 dias esperados, demorou uma semana a estar pronto.

Contrato ilustrador(a)

O Movimento da Mensagem de Fátima vai editar um livro com o texto de uma via-sacra destinada às crianças.

É necessário contratar os serviços de um(a) ilustrador(a) para fazer as ilustrações relativas a cada uma das 14 estações e a capa do livro.

Quem desejar fazer este trabalho deve enviar o seu port-folio, trabalhos realizados e outras informações relevantes para correio arroba padrechico ponto net.

Rádio Católica

Todos sabemos o peso que a Rádio Renascença tem na paisagem audiovisual portuguesa. É a rádio com mais audiência, que conta com 4 canais diferentes, cada uma com um público alvo bem definido e que se orgulha de apresentar o título de emisora católica portuguesa.

Ora aqui está o meu problema com a Rádio Renascença. Por aquilo que ouço na dita rádio não é uma rádio católica. Pode ser uma rádio de inspiração cristã, mas não é rádio católica, ou seja ao serviço da evangelização e testemunha de Jesus.

Um amigo perguntou-me se queria que a Renascença se transformasse numa Rádio Maria, a transmitir constantemente missas e terços, com audiências residuais e a dar prejuízos constantes. Não quero.

Por outro lado não são os 5 minutos da oração da manhã, o angelus ao meio-dia, o terço às 18:30, a pequena meditação antes da meia-noite e a missa aos domingos que completam a sua condição católica.

É triste para um católico ouvir da boca do director de programas da Renascença dizer que o primeiro objectivo é ter audiências e no meio da programação introduzir algo de católico, mas sempre de maneira que não afaste ou ouvintes.

E depois olhamos para a página online da Rádio Renascença e não vemos uma única referência a Jesus Cristo ou ao catolicismo ou à Igreja.

Faltam programas onde se debatam os temas da vida social numa perspectiva cristã, onde se entrevistem pessoas ligadas à Igreja que possam dar testemunho da sua fé, onde se possa fazer anúncio e apresentação de livros sobre a fé cristã, onde a cultura popular possa ser abordade de uma perspectiva dos valores sem ser apenas o estilo de promoção que se faz noutras rádios.

Que não se limitem a passar as playlists impostas pelas editoras de música, mas que se divulgue a música evangélica e evangelizadora.

Isto traz diminuição de receitas. É natural, mas se o Grupo RR tem quatro rádios: Rádio Renascença, RFM, Mega FM e Rádio Sim, podem manter os três últimos canais como estão e tornar a Rádio Renascença numa verdadeira Emisora Católica Portuguesa, que se distinga das outras rádios.

Eu não vejo diferença substancial neste aspecto entre a Rádio renascença e a Antena 1.

Da amizade

Do Livro de Ben-Sirá

“O amigo fiel é abrigo seguro: quem o encontrou descobriu um tesouro. O amigo fiel não tem preço: não se pode medir o seu valor. O amigo fiel é remédio da vida: os que temem o Senhor hão-de encontrá-lo. Quem teme o Senhor orienta bem a sua amizade, porque tal como ele é, assim é o seu amigo.”

Pecadores somos todos

Não me choca que haja padres pedófilos. Sabendo que todas as pessoas são pecadoras, que há pessoas extremamente pecadoras e que os padres são pessoas e não anjos, é espectável que alguns padres sejam extremamente pecadores.

O seu pecado é mais escandaloso porque estão numa posição de poder e de influência, porque as crianças são inocentes e ficam marcadas para toda a vida? E os pais que violam os seus filhos? E os professores que violam os seus alunos? E os políticos que violam crianças acolhidas pelo Estado?

Esta onda começou nos Estados Unidos, o país mais litigantes do mundo no qual os extremos convivem lado a lado. Há julgamentos por tudo e por nada: alguém que deixa cair uma chávena de café em cima de si mesma e processa a loja por lhe ter vendido café demasiado quente?

Casos que se passaram há mais de 50 anos são agora desenterrados para quê? Para extorquir dinheiro à Igreja.

A Igreja católica está, há uma década, a crescer cada vez mais nos Estados Unidos, e não apenas nas comunidades mais pobres: hispânicos e orientais, está já a crescer dentro de comunidades mais abastadas, à imagem dos primeiros tempos da Igreja. O império americano está em decadência, como estava o império romano nos dois primeiros séculos da nossa era. Os cristãos, que não podem respondem à violência com violência, são martirizados, numa tentativa de acabar com eles: tirando-lhe já não a vida (porque afinal somos civilizados) mas tirando-lhes os meios de subsistência.

Não quero com isto dizer que o crime da pedofilia não tem importância, mesmo dentro da Igreja. Tem e muita porque quem atentar contra um inocente é digno de lhe ser atada uma mó ao pescoço e ser lançado ao mar. Mas Jesus derramou o seu sangue, deu a sua vida precisamente por esses, por todos nós, para que não sejamos condenados à morte, mas possamos viver.

Deus perdoa todos os pecados ao pecador arrependido. A Igreja, como discípula de Deus e mãe, não pode fazer outra coisa. Como uma mãe e um pai que amam absolutamente os seus filhos acreditamos sempre na possibilidade da conversão, procuramos criar as condições para essa conversão.

Claro que quando não se sabe perdoar, só se conhece o sabor da vingança. Mas a vingança apenas contribui para o aumento do sofrimento, da dor e da destruição da alma e do homem.

Educação sexual d'Os filhos dos outros

Educação sexual d’Os filhos dos outros: “Como facilmente se verifica, não são os críticos da educação sexual que estão cegos face à razoabilidade dos argumentos dos defensores da educação sexual nas escolas; muito pelo contrário, são os defensores do Projecto de Lei do PS que estão cegos face à razoabilidade dos argumentos dos críticos. As perguntas que têm de ser feitas são as seguintes: Porque razão não querem os defensores da educação sexual nas escolas conceder aos pais o direito e liberdade de decidirem sobre a oportunidade ou falta de oportunidade da educação sexual definida pela maioria parlamentar? Porque razão é que os defensores do regime de educação sexual previsto no Projecto de Lei do PS não se contentam com a aplicação da educação sexual a alunos que manifestamente dela necessitam e insistem na imposição da educação sexual a alunos cujos pais estão suficientemente preocupados com a educação dos filhos ao ponto de se manifestarem insistentemente contra o regime que agora é proposto?

Não é difícil de perceber que o que está realmente em causa no debate em curso sobre a educação sexual nas escolas não é a preocupação com as crianças e adolescentes que dela carecem mas antes a preocupação em revolucionar a mentalidade e herança cultural das crianças e jovens portugueses. E sobre este tema vale muito a pena ler o artigo que Francisco Vieira e Sousa escreveu no PÚBLICO de Sábado passado, 11 de Abril, onde justamente defende que o Projecto de Lei do PS constitui um caso gritante de ‘ditadura da maioria e de utilização do Estado para propagar uma dotrina moral particular’.”

(Via O Cachimbo de Magritte.)

Filosofia moral na cultura pop

O Henrique Raposo aqui fala da Anakin Skywalker e Bruce Wayne e a questão dos limites na luta pelo bem.

«A resposta de Skywalker à pergunta é, portanto, esta: não há limites para quem procura fazer o bem. A resposta de Bruce Wayne é, precisamente, a oposta: há limites para os guardiões do bem.»

Olhemos agora para a morte de Jesus na cruz, a sua derrota, a vitória do mal. Jesus abandonado por todos, até pelo Pai, num despojamento absoluto foi precisamente por isso capaz de vencer o mal.

Ou seja a resposta que o Henrique Raposo procura não se alcança só com a humanidade, é fundamental a dimensão espiritual da fé e do verdadeiro amor para alcançar o bem absoluto.

O próprio Deus omnipotente se limita na busca do bem: pelo seu amor por nós dá-nos a liberdade de escolher.

Cultura da Morte

Depois do aborto livre vem agora a Eutanásia.

Eles dizem que não, mas pouco a pouco vão destruindo a humanidade. Que civilização quer construir esta gente?

É o egoísmo puro e duro na sua manifestação mais crua. As crianças são um estorvo: matam-se. Os velhos são um estorvo: matam-se. O que se seguirá? Os pedintes? Os desalojados? Os cristãos?

Educação sexual?

Estamos a ser dominado por um estado cada vez mais totalitário. São os chips nos carros, é a determinação por lei do que podemos comer, e a retirade pelo estado aos pais da liberdade de educar os seus filhos:

Votoc católico n’O Insurgente.

Exodus 1994

As fotografias do post anterior referem-se ao Exodus de 1994, uma actividade para os caminheiros da região de Leiria na semana entre o natal e o ano novo.

A actividade foi realizada a norte de S. Pedro do Sul. As diversas equipas saíram de vários pontos, pernoitaram três noites em vários lugares juntando-se no último dia em Covelo de Paivó.

A minha equipa partiu de Carvalhais ao fim do dia, acampámos depois de duas horas de caminho. De manhã lavámos-nos numa bica de um tanque de rega e seguimos em direcção a Ladeira. Aí cruzámos-nos com outra equipa, que seguia outro trilho.

Pernoitámos pela segunda vez em Coelheira. Aí montámos as tendas no telheiro da escola primária. No outro dia de manhã partimos em direcção a Póvoa das Leiras. Aí nos juntámos com as restantes equipas do clã. Partilhámos os trabalhos de reflexão e fizemos uma oração conjunta. Nessa noite dormi em cima de um monte de palha de feijão.

No outro dia choveu todo o dia e fizemos a caminhada final até Covelo de Paivó pela crista da serra. Ao chegarmos terminámos o dia com a celebração da missa.

Ainda guardo as cartas topográficas que usámos.

Estás aqui para ser feliz

Este é o segundo video de publicidade que aqui ponho. Porque este é importante. Quando a vida é complatamente desprezada e relativizada, quando nos dizem que a vida só vale a pena entre os 20 e os 40 …

3 Mentiras

O Pedro Aniceto exorta-me a não quebrar a corrente das 3 mentiras. Destas nove frases 3 são mentiras. Mas mentir é pecado. O que fazer então: falo verdade quando digo que são mentiras. Sou claramente uma pessoa de cultura C para citar o Pedro Arroja.

Aqui vai:

1 – Já dei uma tolha a um Papa para ele limpar as mãos.

2 – Já fiz bungee-jumping de uma ponte.

3 – Já dormi 3 noites ao relento.

4 – Já fui barmen numa discoteca.

5 – Já pilotei um F-16.

6 – Fui a uma despedida de solteiro de um amigo num bar de stip-tease.

7 – Já tentei entrar no Vaticano com uma arma branca.

8 – Já fiz uma fogueira no telhado de minha casa.

9 – Já cantei ao vivo para uma plateia de 100 mil pessoas.

O difícil é enviar este desafio a outros nove blogers. Escolho o ALX, o Kincas, a Luacintilante, o Padre Inquieto, a Cristina (bolas! ela já respondeu), o Zé de Portugal, o Sátiro, a Sofia Vila Nova, e o P.A..

Casamento

o Sr. Cardeal D. José Policarpo disse na tertúlia “125 minutos com Fátima Campos Ferreira” na Figuera da Foz alertou para o monte de sarilhos que traria a uma mulher portuguesa o facto de se casar com um muculmano.
Para os anti-católicos e relativistas de esquerda foi um escândalo.
Mas não deixa de ser verdadeiro: uma mulher que case com um muculmano é obrigada a converter-se ao muculmanismo, fica sujeita ao seu marido sem que haja alguma sujeição do marido à esposa, o filhos são propriedade do marido e ela nunca mais se pode separar dele.


Direitos dos Animais

Vai por aí uma polémica entre o Paulo Rangel e os defensores dos direitos dos animais a propósito de uma entrevista que ele deu ao semanário SOL.

Só queria dar uma achega. Quando as eleites pensantes falam em direitos esquecem-se que ligados aos direitos também extão os deveres, e que uns não podem existir sem os outros.

Ora se os animais podem ser sujeitos de direitos, logicamente também podem ser sujeitos de deveres.

Como disse Paulo Rangel: há uma dimensão ontológica entre homens e animais, que os distingue e separa. Sendo todos criaturas de Deus, criados por um desígnio de amor, nós somos os únicos criados à Sua imagem e semelhança.

Ouvi por aí trazer o exemplo de S. Francisco de Assis. É certo que ele chamava irmãos aos animais, mas também chamava irmão e irmã ao vento e à chuva, à lua e ao sol e até à própria morte.Para quem não sabe esse texto chama-se “Cântico das criaturas” tem uma dimensão poética de louvor a Deus pela criação e foi escrito por ele em 1224, quase no fim da sua vida. E que eu saiba, nunca concedeu o hábito de franciscano a qualquer animal.