Arquivo de etiquetas: Apple

Calendários Google

Para todos aqueles utilizadores de iPhones, iPads e computadores da Apple. Ou dito de outra maneira: para todos aqueles que usam aparelhos com o iOS ou o MacOS e que por isso usam a aplicação Calendário da Apple e que querem usar esta mesma aplicação para terem os calendários da sua conta Google há uma solução muito fácil.

É só ir a esta ligação do Google (que estranhamente não aprece indicado em lado algum dos Calendários Google) e que apresenta as definições de sincronização e depois é só escolher os que se desejam sincronizar.

GooSync

Arrumações 2

No post anterior faltou acrescentar outra coisa.

Também o meu iMac sofreu umas arrumações. Apaguei o disco, depois de fazer um backup de todos os ficheiros e reinstalei de novo o sistema, as aplicações mesmo necessárias e agora só vou recuperando os ficheiros que vão sendo necessários.

Alem da habitual tralha que se vai acumulando ao longo dos anos, e quero recordar que a Home Folder que tinha no actual iMac foi migrando não apenas ao longo de vários sistemas operativos, mas mesmo passando integralmente pelas diferentes máqinas que tive.

Agora ganhei corange e instalei tudo de raiz. Até porque fui percebendo que muita coisa ia ficando duplicada e triplicada ao longo dos tempos e o lixo (entre o qual se contam aplicações instaladas para experimentar e que se iam mantendo sem serem necessárias) ia aumentando e tornando o computador mais lento.

Para quem não conhece os computadores que uso posso dizer que a minha home folder tem migrado integralmente ao longo de computadores e sistemas operativos desde 2001. Sim porque eu fui um dos primeiros a ter instalado o MacOS X numa versão importada dos Estados Unidos logo que foi lançada em 2001 (um obrigado ao Frei Francisco Sales, que estando nessa altura nos States me trouxe a encomenda).

Confiança

Hoje a minha confiança na Apple foi restaurada um bocadinho.
Mas comecemos do início. Desde longa data, sou utilizador de equipamentos Apple, sempre com grande satisfação. Mas em Setembro começou o descalabro. Primeiro tive necessidade de substituir o carregador do meu MacBook Pro. O novo carregador trouxe um problema chato: para a bateria carregar era necessário retirá-lá e colocá-lá novamente no portátil. Nos fóruns de discussão da Apple outros se queixavam do mesmo problema. Levei o portátil e o carregador para a assitência, depois de analisado o problema disseram que a solução era trocar de bateria. Como o computador já tinha mais de dois anos lá acordei com o orçamento de mais de 150 euros. Então não é que quando recebi o computador e o liguei, pouco tempo depois tinha a informação de um update do sistema que corrigia o problema dos novos carregadores só carregarem a bateria depois de ter sido removida e colocada de novo no portátil.
Pouco tempo depois o meu iMac, com quase um ano, começa a desligar-se sozinho. Nova ida aos fóruns da Apple e encontro mais gente com o mesmo problema em modelos iguais ao meu. Assistência com ele, depois de um par de semanas o iMac regressou, mas continuava com o mesmo problema. Depois de 3 idas à assistência o problema ainda não está debelado, está agora de novo na assistência a ver se resolvem definitivamente o problema.
Há 3 semanas o meu iPhone desatou a crashar: quase uma vez por dia aparecia o sinal para ligar ao iTunes e restaurar o telemóvel. Sei que o iPhone já tem dois anos e meio, mas não tenho condições para trocar agora de telemóvel. Ainda por cima quando ele crashava, se o desligasse e tornasse a ligar e ficava a funcionar mas só com as aplicações nativas do iOS. Ontem na TBStore contei esta problema ao Pedro Aniceto acompanhado pelo Vasco Casquilho que me disse para restaurar o iPhone a partir de uma nova conta de utilizador, porque poderia ser alguma aplicação marada a provocar o problema.
Maravilha das maravilhas: decidi-me a restaurar de novo o iOS do iPhone mas sem instalar outras aplicações, somente as nativas do iOS, e não é que o raça do telemóvel agora está a funcionar sem problemas. Já não preciso de um telemóvel novo! Agora o problema é descobrir qual é a maldita aplicação que me fazia crashar o iPhone.
Obrigado Pedro e Vasco por restaurarem a minha confiança nos produtos da Apple.

iPad

No sábado começou-se a vender o iPad nos Estados Unidos.

Ainda não sei quando vai estar disponível em Portugal, mas, como disse aqui, eu quero um. As suas capacidades de arquivo de ficheiros e de leitor de livros digitais e , o seu tamanho e a possibilidade de levar uma capa tornam-no capaz de ter toda a biblioteca de livros litúrgicos em português e estrangeiro num pequeno aparelho.

Nas minhas funções de Mestre das Celebrações Litúrgicas no Santuário de Fátima é habitual saltar entre vários livros numa única celebração ou fazer um missal próprio para cada celebração que possa intregrar todos os elementos necessários: orações em português e em latim, a música das partes cantadas. Por vezes alguns textos noutras línguas. Tantas são as vezes que é conveniente colocar todo o texto seguido para maior facilidade de execução da celebração.

Faço aqui um apelo para que as editoras católicas saibam aproveitar esta oportunidade para levarem as suas edições mais longe. E com os programas de edição digital que as gráficas usam é fácil transpor qualquer livro para o formato e-book (digital). Imaginem ir numa peregrinação a Lourdes, ou à Terra Santa ou mesmo a Itália e ter num pequeno aparelho que apenas pesa 700 gramas a edição típica do Missal Romano, os 8 Leccionários e os 3 livros da Oração Universal, para não falar da Bíblia, da Liturgia das Horas, do Ritual das Bênçãos, os Documentos do Concílio vaticano II e o Catecismo da Igreja Católica. E ainda cabe o Enchiridion Symbolorum et Definitionum “Denzinger-Schönmetzer” as Actas da Sé Apostólica (AAS), a Suma Teológica e todos os outros livros que possamos colocar lá dentro.

Imaginem 2000 anos de história e teologia católica ali à mão!

E porque não uma aplicação para a gestão da paróquia: registos paroquiais, registo de donativos, administração paroquial? E um catecismo interactivo para as crianças mais novas, com desenhos, gráficos animados, vídeos, texto.

Um mundo de possibilidade se abre para nós. Assim como a Igreja soube aproveitar ao longo da sua história a melhor tecnologia disponível no seu tempo, que nós não sejamos hoje acusados de desperdiçar os talentos que Deus nos dá.